Publicado por admin Em Dezembro - 28 - 2012 Comentários Desligados

criacao_monetaria

 

criação monetária

 

SABIA ?

Em 3 minutos de leitura, vai ficar a saber o que 99% da população não sabe, e nem sequer imagina… Se tem duvidas, se ao ler este texto nasceram perguntas ou uma necessidade de esclarecimento, não hesite a colocar uma mensagem através um post. Terá uma resposta certa.

Pronto(a) ?  Então prepare-se a receber um choque…  Partida !

O sistema monetário actual, por inimaginável que pareça, está baseado no seguinte conceito : Os políticos atribuíram aos banqueiros o poder de Deus. Os banqueiros são os únicos criadores de dinheiro autorizados pelos poderes políticos. Foi dado aos banqueiros o incrível poder de criar dinheiro, mas criar dinheiro a partir de nada, e de cobrar juros sobre os empréstimos feitos com essa criação monetária fictícia.

São esses juros cobrados sobre dinheiro virtual, (mas que têm de ser pagos aos banqueiros com dinheiro real), que justificam a obrigatoriedade do crescimento da produção e da economia. O crescimento económico serve unicamente a criar riqueza suficiente na economia, afim que a massa monetária possa aumentar, e ser suficiente para pagar os juros cobrados pelos banqueiros.

Significa que o crescimento pedido à sociedade inteira cada ano, é unicamente destinado aos banqueiros, ou seja só serve a enriquecer o poder financeiro. Sem esse conceito absurdo e totalmente surrealista aceite pelas populações porque não percebem o mecanismo, não seria necessário qualquer crescimento económico, porque esse crescimento só tem por finalidade e justificação, a criação de riqueza necessária a pagar os juros.

Passa-se exactamente o mesmo com as empresas, e com os Estados. O poder da finança cria dinheiro a partir de nada, que empresta às empresas e às nações, induzindo assim dividas, sobre as quais cria juros. (cada dia, cada mês, e cada ano que passa).

Como a quantidade de dinheiro necessária ao pagamento desses juros não existe, os particulares, as empresas e os Estados são assim submetidas a um crescimento obrigatório e imposto da economia, unicamente afim de gerar uma quantidade monetária acrescida, para o pagamento desses juros.

(Exemplo : Um banqueiro cria 100 euros virtuais que “empresta” a alguém. Fabrica-o num bater de mãos e a partir de nada, mas cobra juros que terão de lhe ser pagos com moeda real, e não virtual. Como são cobrados juros sobre esses 100 euros, mas que a quantidade de dinheiro para pagar esses juros não existe, o devedor vai ser obrigado a criar riqueza.  Vai ter de criar riqueza para pagar os juros, e vai ter de criar riqueza para devolver em dinheiro real, o dinheiro virtual que lhe foi emprestado. Portanto é obrigado a trabalhar parte do tempo unicamente afim que “nasça” a quantidade necessária correspondente aos juros, e à quantia emprestada. O devedor vai portanto trabalhar para pagar juros a alguém que só lhe emprestou dinheiro fictício, mas que vai receber juros reais.)

Quanto aos Estados, como não têm a possibilidade de criar directamente riqueza ou de produzir, são obrigados pelos banqueiros a reduzir as despesas necessárias para o bem-estar da população, a reduzir e cortar tudo o que é possível, a diminuir a quantidade de funcionários dos serviços públicos,  a destruir os serviços publicos, a vender o património do País, a cobrar mais impostos, etc… unicamente para serem pagos aos banqueiros os juros que cobram sobre dinheiro inventado e emprestado ao Estado.

Os banqueiros nesse processo económico não criaram nenhuma riqueza, não produziram rigorosamente nada, não tiveram nenhuma utilidade para a sociedade, obrigaram os “clientes” a trabalhar uma quantidade acrescida de tempo, a consumir inutilmente, a destruir parte dos recursos naturais, obrigaram a nação a se destruir, a regressar e a empobrecer, etc… simplesmente para ser criada uma massa monetária acrescida cada ano, que permita que os juros lhes sejam pagos.

Neste processo económico que envolve todas as partes da economia e da sociedade, ninguém tem qualquer beneficio, e todas as partes envolvidas perdem. Os únicos que enriquecem com este esquema, sem fazer rigorosamente nada e sem ter nenhuma utilidade, são os banqueiros.

EVIDENCIA

Obviamente que se este conceito, uma inépcia completamente destruidora e surrealista existe, é por dois motivos :

- A quasi-total ignorância da população relativamente ao sistema. Se tivesse consciência desta realidade, a sociedade explodiria porque ninguém deixaria mais um dia este sistema sobreviver.

- A completa cumplicidade dos políticos, porque são eles que permitem aos banqueiros ser os reis desta gigantesca festa, que transforma a população em escravos, que empobrece as empresas e trava o seu desenvolvimento, e que destrói completamente a nação.

- E no nosso continente, é a invenção:

- da UE (ferramenta à qual deram o nome de união europeia, e na qual colocaram tecnocratas sem rigorosamente nenhuma legitimidade democrática, nunca eleitos por nenhum cidadão, e que ditam às populações as ordens dos banqueiros e dos lobies)

- e do BCE (banco central europeu no qual nem hesitaram a colocar directamente um banqueiro da Goldman and sachs),

que permite esta gigantesca vigarice. Graças a estes dois instrumentos (UE + BCE) mantidos e impostos pelos banqueiros, os mesmos têm assim as armas para poderem impor este sistema às populações e às nações. Com o tratado de Lisboa, (os textos que foram impostos à força às populações desde o 1 de Janeiro de 2009 e que substituíram as leis nacionais), o poder da finança pode assim continuar em toda a impunidade a pilhar as nações e as populações. A cereja sobre este bolo extremamente venenoso foi a criação do euro, destinado a dar ainda mais impulso à pilhagem e a empobrecer as nações do Sul.

MP

 ***

Ver também : O suicidio colectivo

(Veja  este vídeo  sobre a criação monetária)

 

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